quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Homenagem a minha semana que passou...

"Umamão" na cabeça que vai começar... 
Quarta, sexta e sábado... aff...


Ri e roubei das promoções do Orkut!

Tem que ser agora?



         Diazinhos calorentos, baladas em dia de semana, trabalho desacelerado (comparado a loucura de final de ano), tudo isso tem potencializado algo que me acompanha em toda a minha existência, a minha boa e velha companheira, a preguiça! Dizem até que a coitadinha faz parte daquela lista dos tais “pecados”... se isso for mesmo relevante na hora do “chororô”, tô frito...
         Mas isso me fez pensar em uma coisa... no fato de que algumas inovações tecnológicas do ser humano, só podem ter surgido da extrema preguiça! Caso clássico, o auge... controle remoto... o primeiro que pensou nisso com certeza  era um cara bem preguiçoso, e sabia que existem milhões como ele...
         Mas pense no lado prático, sem muita teoria... aprendemos a criar bixos para comer, de preguiça de correr atrás...
         Aprendemos a plantar, de preguiça de procurar no mato...
         Inventamos a roda, e suas possibilidades, de preguiça de andar e fazer força...
         Estou convencido! É nas mentes preguiçosas que está a “engenhosidade” do ser humano!
                                             
         Isso sim eu espero que seja relevante na hora do “chororô”...  

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

The time

       Esse ano, tive um Reveillon diferente dos últimos sete que eu havia passado, na balada, bem diferente daquela tradicional festa em família, e por isso resolvi prestar atenção em alguns detalhes na hora da virada, e um deles foi a primeira música que eu ouvi em 2011, e foi essa , The Time, do Black Eyed Peas, uma música que por sinal eu acho muito legal, talvez porque se aproveita de uma outra bem antiga que eu não sei o nome.
       Ah! Tenho que dizer também que meu Reveillon foi muito legal! Com pessoas maravilhosas! Não todas as que eu gostaria, o que normalmente seria impossível, mas as pessoas certas, no momento certo!




sábado, 1 de janeiro de 2011

Sorriso...

Exatamente 4:46 da manhã do dia 02/01/11, é essa a hora em que eu escrevo isso, eu já estava a uns quarenta minutos na cama, recém chegado da balada, já era para estar dormindo a muito, mas por algum motivo, uma coisa não me sai da cabeça, algo que aconteceu hoje.
            Na semana passada, semana Natalina, eu e alguns amigos visitamos alguns lugares, levando cestas básicas, que compramos após arrecadar dinheiro entre nós, o que diga-se de passagem foi muito legal e gratificante.
            Mas  hoje, enquanto eu estava na casa da minha mãe, ouvi alguém chamar no portão, já era noite, umas nove horas, quando atendi, era uma menina, mais ou menos onze anos. Logo reconheci. Nós tínhamos passado na casa dela na semana passada, e havíamos deixado uma cesta básica, e tínhamos escolhido a casa dela justamente por que haviam várias crianças.
            Como é que pode? Escolhemos aleatoriamente as casas onde iríamos deixar as cestas, e hoje eu estava na casa da minha mãe, onde não moro a quase cinco anos, e que vou menos do que deveria,  e é justamente eu que atendo aquela menina, a qual eu tinha conversado semana passada, em um bairro longe dali, onde talvez eu não saiba nem ir de novo.
            Quando fui levar umas coisas que minha mãe separou, ela me perguntou com um sorriso no rosto: “vocês tem bebês? Eu vi o bercinho pela janela...”
            Eu só respondi que sim, e perguntei se ela morava mesmo na casa onde havíamos passado, ela, ainda sorrindo disse que sim, e que lembrava de mim quando tínhamos ido na sua casa.
            Na esquina estavam sua mãe, e os outros irmãos, com um carrinho que usam para catar papelão.
            Eu sei lá porque, o sorriso daquela menina me corroeu por dentro, talvez tenha sido pela coincidência, e por eu ter visto a dificuldade que ela e sua família passam, ou simplesmente por ver que mesmo com a vida que ela leva, ela ainda é capaz de sorrir.
            E nós que temos tudo, e as vezes mais do que precisamos, reclamamos de nossas vidas...
           Eu espero sinceramente poder sorrir sempre, e se eu tiver pelo menos a metade da força que eu vi naquela menininha, para mim já será suficiente, espero o mesmo para ti...