quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Poesia coletiva

         Essa nova seção surgiu em mais uma noite no Restaurante do Alemão, ao som de Fer Schelle. Propus aos amigos presentes à mesa que fizéssemos (no guardanapo do bar) textos coletivos, onde cada um colocaria sua frase... deu nisso!



segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Canhoto



Segure minha mão
Não essa, não a direita
Essa do lado do coração
Essa que ainda está perfeita

       Intransigência, inconsequência...
       Álcool e adrenalina
       Sangue  e experiência
       Agulha, linha e morfina

Eu até avisei como faria
Disse para se preparar
Só não sabia o quão era afiada
Não sabia que ia me machucar

          Observo aquele vidro
          E só faço agradecer
          Obrigado por ser comigo
          Podia ter sido você



sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Festa duro! (à fantasia ainda!)

         O blog ficou uma semaninha parado, mas foi só por conta de provas e correrias, mas na sexta temos que lembrar que é dia de:


Festa duro! Festa duro! Festa Duro!




quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Balada do louco

          Quando meu MP3 player resolve não tem jeito, faz umas coisas muito loucas, e a loucura dessa semana foi a insistência em repetir essa música no modo aleatório, inclusive emendando a música do Nenhum de Nós, "Eu menti", do CD acústico, que termina com um trechinho dessa canção, com a versão do Tianastácia, uma seguidinha da outra... muito louco!


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Hacker heart



I am empty,
My files burned when you looked at me...
Delete when you touched me...
Your kiss me instantly formatted...




My antivirus did not detect your threat
My hard drive is ready to be invaded
Ready to be reprogrammed, reconfigured
Now that you've changed my passwords
Give at least my soul...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Onde devia estar


Meu refúgio fica lá no pé daquela roda gigante
Onde lampejos de coragem tornam tudo mais emocionante
Venha! No meu esconderijo também cabe você
Longe desses olhos vermelhos, podemos voltar a viver

Só não perca a hora, meu bem
Nem se esqueça do local
Vamos alinhar os ponteiros
E enfim entrar no nosso portal

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Poesia de boteco [4]

Te faço malabares
Te conto piadas
Poesia em guardanapos
Poemas de privada

Tudo para te fazer sorrir
Tudo para te fazer feliz
Quando a luta está quase vencida
Quando tudo está por um triz

Quando a agonia é evidente
E o desespero motriz
Quando não há polpa e coroa
É tudo nervo e raiz

Entenda a zoofilia...



RACHEI DE RIR!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

domingo, 6 de novembro de 2011

Poesia de boteco [3]

Cigarro no canto da boca
Voz cansada, voz rouca
Muitos falam
Poucos ouvem
Muitos fingem
Todos fogem

Comam, bebam
Comam, bebam
Falem, falem
Ouçam!
Ouçam antes que se cale
Ouçam antes que se espalhe


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Poesia de boteco [2]

Tantos lugares
Nenhum deles como aqui...
Perto... dentro... ao lado
Quem disse que quero sair?

Fico, ouço, respiro
Olho, namoro, suspiro

Ria dessa paranóia
E me guarde em seu porta-jóias
Diga que é tudo bobagem
E me guarde com suas maquiagens

Só não me deixe sair
Não me deixe voar
Eu quero ser... eu quero ficar...