Alguém aí conhece a revista Mad? Uma revista repleta de bobagens e idiotices inimagináveis, que é editada a uns 60 anos. Pois eu conheço, e já a um tempão! E vou contar a maneira surreal que eu conheci essa coisa muito escrota (quem conhece sabe que o que eu estou falando não é exagero, é escrota mesmo...)
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Ano de 1996, estava eu lá, sentado no meio fio na frente de casa, em Campo Grande, com meu gibizinho do Tio Patinhas, já lido e relido umas vinte e oito vezes, quando veio caminhando na rua um loucão, o tal de “Carioca”, um tipo daqueles que quando passa todas as mães colocam as crianças pra dentro sabe? Pois ele veio na minha direção, olhando o que eu tinha nas mãos, e me perguntou se eu já tinha lido tudo. Respondi que sim.
Animado, ele pediu para eu esperar, disse que já voltava.
Logo veio ele, e entregou-me uma revista Mad, e perguntou se eu queria trocar pelo meu gibi. É claro que aceitei (e eu ia negar, eu devia estar tremendo de medo).
Ele agradeceu enrolou o gibi, colocou embaixo do braço e sorrindo disse: “Esse aqui tem um papel bem melhor pra fumar!”.
E foi assim que eu comecei a ler essa desgraça, os próprios editores da revista costumam dizer que ela não presta nem como papel higiênico, e pelo jeito nem pra “fazer a cabeça”.
Essa porcaria de revista, com toda certeza não ajuda em nada minha vida, mas me proporciona boas risadas, por isso, recomendo!
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